Algoritmo do Google começa a pesar as marcas

É uma das actualizações mais importantes ao algoritmo pelo Google: recentemente várias marcas começaram a surgir na primeira página dos resultados para termos extremamente competitivos. O Aaron, no Seobook, tem uma entrada documentando muitas dessas mudanças:

serps health insurance
Exemplo das mudanças para uma indústria competitiva.

No final do ano passado Eric Schmidt, CEO do Google, tinha referido que as marcas eram importantes para o google:
“Brands are the solution, not the problem,” Mr. Schmidt said. “Brands are how you sort out the cesspool.”

Mais recentemente falou de busca semântica e relações de palavras, o que poderá ser uma pista para compreender este novo mecanismo.

É nestas alturas que dou graças por ter registado o domínio www.marketingdebusca.com, em vez de um super-duper-seo-ppc.com, por exemplo.
Até na URL Marketing vem primeiro.

O valor relativo de um link no blogroll

Quanto vale um link no blogroll de um blog para subir no Google? Ou no rodapé de um sítio? Muito pouco, a fazer fé no que é reportado nos blogs de SEO.

Nestas coisas há sempre um mas. Vejam os resultados de uma busca pelo nome de um dos blogs portugueses mais mediáticos no google.pt:

abrupto nos serps

Resultados do google.pt para abrupto

O sítio listado na quarta posição surge também na primeira página dos resultados quando a busca é estendida das páginas de Portugal à Web. E como conseguiu este sítio posicionar-se para esta palavra-chave?

Posicionando-se para “aumento abrupto do orgão …”? Não, a palavra-chave nem sequer se encontra no código do sítio.

Com um único link no blogroll de um blog!

Abrupto

Suposto link para o abrupto

O link não me parece uma qualquer recomendação sobre o site em si, antes reflexo da opinião do major-alverca.blogspot.com sobre o blog de J PP.

Este caso poderá lançar algumas pistas sobre a forma como as bombas do Google ainda poderão funcionar, apesar de o motor de busca ter há muito incluído nos seus algoritmo mecanismos para a sua desabilitação.

Isto, porém, não permite sugerir que os links sitewide sejam a solução mágica para subir no Google, que o seu valor não seja até bastante diminuto, e que a maior parte das bombas do Google não estejam condenadas ao fracasso.

É necessário atentar às circunstâncias particulares deste caso, particularmente no facto de não se tratar de serps exageradamente competitivos e de o link ser autêntico e antigo.

Usar o Google para saber se um site tem links escondidos

Na web de língua inglesa a injecção de links em blogs, fóruns e sites é uma actividade cada vez mais comum. Após uma simples busca notei que também em Portugal muitos sites haviam sido atacados. Alguns receberam já um email meu, outros descobrirão mais tarde.

Que fique bem claro que os crackers que se dedicam a esta actividade são criminosos não muito diferentes daqueles que assaltam bancos e não estão de modo geral associados aos praticantes de seo. A injecção de links repugna a qualquer profissional de search engine optimization, até porque o Google acabará por penalizar os sites envolvidos.

O Google penaliza mas não informa e por isso muitos webmasters poderão demorar a perceber o que lhes aconteceu. A forma mais trivial de saber se um site tem links escondidos é fazer uma busca no Google utilizando o comando site (por exemplo: site:exemplo.pt viagra OR cialis.)

A forma mais eficaz, bem ao estilo da web 2.0, foi-me dada a conhecer pelo Patrick Aloft e consiste na utilização dos alertas do Google para nos avisar assim que o Google detectar alguns termos suspeitos no nosso site.

A fórmula é simples: basta criar um alerta em google alerts. No campo Termos de Pesquisa insira uma busca para o seu site contendo alguns dos termos utilizados pelos criminosos, como os do link abaixo. Não se esqueça de substituir “marketingdebusca.com” pela url do seu site:

viagra OR cialis OR levitra OR Phentermine OR Xanax site:marketingdebusca.com

google alerts

Uma vez criado o alerta, o Google enviar-lhe-á um email sempre que novas ocorrências forem detectadas.

SEO na Gestão de Reputação do Barclays

Sabemos que os resultados do Google para o banco estão a custar muito dinheiro ao Barclays Bank. Não será por isso surpresa que o banco decida agir para limitar os danos de imagem nos motores de busca utilizando algumas técnicas de SEO.

A entrada do Pedro está neste momento posicionada na 4a e 5a posição para as principais palavras-chave do banco. A entrada do Pedro não foi escrita a pensar no posicionamento nos motores de busca (ninguém optimiza para o Google com as principais keywords em texto-âncora para outros sites) e se aí permanece deve-o aos muitos links que recebeu de outros blogs: só trackbacks listados no rodapé da entrada e provenientes de blogs a correr em wordpress são já 20, prova suficiente para o Google da relevância da página.

Desalojar o Pedro da terceira posição do Google e limpar a primeira página dos resultados vai dar muito trabalho e não vai sair barato. Vejamos quais as opções que o Barclays tem ao seu dispor:

1) Usar os resultados patrocinados para diminuir a visibilidade dos resultados orgânicos

Esta o Barclays já o faz mas talvez agora tenha uma nova motivação: ocupa o maior número possível de espaços nos resultados patrocinados de forma a impedir que empresas com soluções concorrentes ganhem visibilidade nas buscas pelo seu nome. A mesma técnica poderá ser aplicada para puxar os resultados orgânicos um pouco para baixo, reduzindo a visibilidade dos resultados negativos.

2) Posicionar outros sites do banco nos resultados

Esta é a abordagem mais óbvia: o banco tem uma série de domínios como BarclaysFinance.pt, BarclaysFinance.com.pt e Barclaycard.pt que usa para contornar a limitação do Adwords de um anúncio por site (o copy nos anúncios dos dois primeiros éaté é igual.) O banco poderá facilmente optimizar estes domínios para o seu nome removendo parte dos resultados negativos da primeira página. A desvantagem desta abordagem está no tempo que vai demorar a fazer subir esses domínios e na preferência do Google por variedade nos resultados.

3) Promover páginas neutras de terceiros

Para lá das páginas do banco e das críticas dos blogs podem ser encontradas, relativamente bem posicionadas, páginas de blogs e de meios de comunicação sobre o Barclays. Com um pouco de SEO o Barclays poderá fazer subir essas páginas nos resultados e os seus proprietários, estou certo, não se queixarão.

4) Comprar o blog do Pedro

Seria uma forma bastante eficaz de minimizar o testemunho do Pedro nos resultados, apesar da presença de outros blogs. Não o fará, até porque tenho dúvidas que o Pedro aceitasse vender. Por melhor SEO que o banco empregue haverá sempre forma de as entradas do Pedro e de outros blogs aparecerem nos resultados para muitas outras palavras-chave. É bom recordar que o banco acompanhou desde cedo os relatos do Pedro no blog e teve a possibilidade de agir antes de a situação alastrar a outros blogs.

Basicamente é isto. Também há a possibilidade de o Barclays abrir um blog para conversar com clientes como o Pedro, rever o que correu mal e corrigi-lo, mas isso pertence ao domínio das relações públicas… ou da ficção, notarão os mais cépticos.
Para quem se interessa por SEO será certamente uma experiência enriquecedora revisitar os resultados daqui a um ano.

Pesquisa de keywords simplificada com o adwords

A pesquisa de keywords está, a partir de agora, mais simplificada: o google disponibiliza no adwords um valor aproximado para o volume das procuras para termos relacionados com as palavras-chave sugeridas:

keyword tool do adwords

No passado, a única informação disponível eram as barras verdes, visíveis na captura acima, e que transmitem informação relativa sobre o número de procuras, a qual competia ao anunciante interpretar. A nova informação é extremamente útil não só para quem gere campanhas como para quem optimiza o seu site, podendo de antemão estimar o volume de tráfego para determinadas buscas.

Para quem não está familiarizado com a ferramenta esta página tem instruções para aceder à ferramenta de keywords do Adwords.

É apenas um palpite mas creio que, a seu tempo, o Google trends seguirá o mesmo caminho.

Via Inside Adwords.

Mau conselho SEO

Há dias reencontrei aqui um amigo da universidade que andava à cata de orçamentos para optimizar um site. Fiquei pasmo quando me deu conta de uma proposta de SEO para o seu site com dados desgraçadamente incorrectos.
A informação em causa foi abordada e dissecada ao pormenor em muitos blogs de SEO ao longo dos últimos seis meses, incluindo este. Para cúmulo, a proposta era, segundo o meu amigo, várias vezes o valor de uma outra bastante mais razoável.

Este não é um caso isolado; na blogoesfera do SEO abundam exemplos de informação incorrecta, quando não deliberadamente errónea. Vejam-se alguns dos exemplos neste artigo:

1 Focuses a lot of energy on meta keywords. Yes, they are still out there – SEOs that think that meta keywords are the best thing going.

2 Offers to do a lot of search engine submissions for you. These will do absolutely nothing for you. Nada. Zip. Let the search engines discover you through links.

3 Recommends 302 redirects (…)

Artigo completo em 11 ways to recognize a bad seo firm.

Não considero que as empresas que oferecem serviços de “meta tags” acreditem realmente no seu valor, antes como uma forma fácil de ganhar dinheiro e enganar clientes que não têm recursos para destrinçar entre o trigo e o joio.

O mau conselho de profissionais é apenas a ponta do iceberg: fóruns, blogs e, inclusive, os blogs de SEO estão pejados de informação como esta:

1. Drop links in forums
2. Drop links in blog comments
3. Distribute articles with links (to article archives)
4. Join a link exchange program
5. Don’t create a site where your pages are more than 3 clicks from the root URL
6. Submit links to directories
7. Put links in CSS galleries
8. Get links from social media sites
9. Use “nofollow” to promote your most important pages

Alguma da informação acima não está intrinsecamente errada: muitas vezes a contextualização faz toda a diferença.
Um pouco de investigação e de reserva poderá poupar muito dinheiro a quem contrata serviços SEO.

Stop Words nos resultados

Stop words são artigos, proposições, pronomes, palavras curtas e comuns que os motores de busca ignoram nas pesquisas dos utilizadores, ex: o, a, de… Recentemente, vários blogs notaram que o Google deixou de incluir avisos do género
“a” é uma palavra comum e não foi incluída na sua busca. Isso pode significar que o Google esteja já a incluir as relações de proximidade das palavra nos resultados que apresenta aos utilizadores. Existe até uma patente do Google que discute a presença destas palavras nos resultados:

The system would look for the less popular terms that appear in the query, and then look to see if the stop words in the query are nearby.

As implicações? Não vi grandes alterações nos testes que corri mas convém manter os resultados debaixo de olho e verificar o posicionamento também para as diversas expressões de busca – com e sem stop words.

Seo Book?

seo book Ano novo, vida nova! O chavão está mais que gasto mas nem por isso deixamos de propor a nós próprios atingir determinadas metas a cada ano que passa: mudar de emprego; perder peso; aprender SEO.

Os leitores deste blog já terão ouvido falar no Seo Book de Aaron Wall e, se ainda não o fizeram, interrogar-se-ão se vale a pena investir 50 e poucos euro no ebook.
A minha resposta é: depende. Depende do valor que atribui ao seu tempo, ao dinheiro e aos conhecimentos que poderá extrair do livro.

SethG on seobook

No meu caso, adiei a decisão por mais de um ano e quando o comprei já conhecia mais de 90% dos ensinamentos de SEO no livro. Achei o trabalho de edição nos primeiros capítulos bastante fraco e fiquei desapontado com a pouca atenção dada a estratégias avançadas de SEO. Contudo, dou os 60 euros por muito bem empregues (o seobook custa 79 usd; na altura em que o comprei o dólar ainda valia dinheiro.)

Mais importante do que os 10% que me faltava saber, foi o confirmar do que já sabia que meu deu confiança nas minhas capacidades e me ajudou a crivar o trigo do joio no manancial de informação que todos os dias me chega ao bloglines. Foi também uma importante lição sobre o custo de oportunidade: se tivesse comprado o ebook em 2005 teria poupado centenas de horas às voltas de informação controversa e especulativa em fóruns e blogs, publicada por fontes pouco recomendáveis.

Quem é Aaron Wall

Os leitores habituais deste blog talvez reconheçam o seu nome como um dos mais citados por estes lados, frequentemente citado apenas pelo nome próprio. Os mais atentos reconhecerão o seu blog como o segundo elance da secção editorial do blogroll do MB, depois de um tal de Seth.
Aaron Wall é um dos bloggers mais respeitados no nicho do SEO e publica frequentemente entradas com profundidade e visão estratégica que vão muito para lá do SEO (e que por vezes requerem várias leituras). Se tivesse que eleger um blog de SEO seria o seu (para iniciados recomendo o Seomoz).

Aaron é também webmaster e um consultor com anos de experiência, que chega a cobrar 500 dólares por cada hora do seu trabalho e se permite escolher os seus clientes.

O SeoBook

O SEO BOOK é um ebook, ou seja, se gosta de ler em papel, terá de o imprimir. A principal vantagem deste formato é a constante actualização: o livro é actualizado pelo menos uma vez por ano e numa área tão dinâmica como o SEO este é um atributo fundamental. O reverso da medalha é a edição: nalguns dos capítulos, mais sujeitos ao desgaste do tempo, é notória a presença de sucessivas correcções e adições ao documento original.

Regra geral, as mais de 300 páginas do livro lêem-se bem: o estilo do autor é acessível e directo. O autor apresenta-se como uma pessoa aberta e generosa e, sem o conhecer pessoalmente, essa impressão é confirmada pela leitura do seu blog e por uma breve troca de emails.

O livro aborda as os aspectos básicos do SEO e poderá ajudá-lo a compreender os mecanismos dos motores de busca, os elementos que estes valorizam e quais as fórmulas que funcionam neste momento para colocar sites nos primeiros lugares dos resultados no Google e outros motores de busca.

O livro é um excelente recurso para quem só agora se inicia nesta área ou tem apenas conhecimentos razoáveis de SEO e os pretende aprofundar. Praticantes mais avançados também não fariam mal em rever alguns dos capítulos dedicados ao SEO.

Se está interessado em aprender SEO e ainda assim 53 euros lhe parece muito, considere abrir caminho pela selva de blogs e fóruns dedicados a discutir SEO e a fazer sentido das informações, muitas vezes contraditórias entre si, não raras vezes desactualizadas e pouco fundamentadas. Talvez depois aprecie devidamente a informação devidamente organizada e actual, vinda de alguém que, reconhecidamente, percebe como poucos do seu ofício.

Comprar o livro

Se dá valor ao seu tempo o melhor é visitar ainda hoje o site de Aaron e conhecer um pouco mais do livro e que outras vantagens oferece: A página do livro é esta, mas se esta crítica de alguma forma contribuiu para a sua decisão vá antes por aqui (é um link afiliado, ou seja se comprar através desse link eu receberei uma pequena comissão. Em qualquer dos casos o preço final será sempre o mesmo, ou seja 79 USD).

É importante notar que no caso de não estar inteiramente satisfeito com o ebook tem até 90 dias para cancelar a sua compra. Será reembolsado na íntegra e sem ter de responder a quaisquer perguntas.

Subdomínios quase como Subdirectórios

Recentemente o Google introduziu modificações ao seu algoritmo que dificultam o uso de subdomínios para obter mais do que dois lugares nos resultados, tratando-os quase como subdirectórios. Subdirectórios são vistos como parte integrante de um site. O mesmo não é necessariamente verdade para subdomínios (pensem nos blogs alojados no Sapo ou blogger, por exemplo), embora possa ocorrer.

Antes desta medida o Google tratava subdomínios sempre como sites independentes do domínio principal. Isso criava por vezes situações bizarras em que, para uma busca, surgiam quase só resultados de um domínio. Alguns webmasters decidiram tirar partido desta situação e criaram milhares de subdomínios que acabavam por dominar muitas páginas dos resultados.

A abordagem do motor de busca ao problema é, mais uma vez, algorítmica: o motor de busca continuará a exibir mais do que 2 resultados por página sempre que entender relevante (por exemplo, a busca pelo nome de uma empresa importante: os exemplos que apresentei em dominar a primeira página do Google foram colhidos já após a implementação destas modificações) mas colocará entraves progressivamente mais elevados à conquista de um 3º,4º, 5º,…, lugares nos resultados. Ou seja, continuam a existir vantagens em alojar parte de um site em subdomínios em vez de subdirectórios, mas este terá de valer por si próprio em termos de reputação (~ links).

Uma explicação mais detalhada pode ser lida nesta entrada de Matt Cutts.

SEO: O que é Search Engine Optimization?

De que se fala quando nos referimos a SEO? O SEO, acrónimo de Search Engine Optimization é, grosso modo, o conjunto de boas práticas para a indexação de sites nos motores de busca.

seo

Search engine optimization (em português optimização para motores de busca) é um processo que visa melhorar a quantidade e a qualidade dos visitantes para um site através dos resultados naturais (também conhecidos como orgânicos.) O SEO é parte do Search engine Marketing, que para lá do SEO, se preocupa também em posicionar os sites nos resultados pagos. Pode-se por isso falar no SEO como a actividade do Search Marketing que atrai visitantes “gratuitamente“.

Existe uma correlação positiva entre posicionamento de um site nos resultados de busca e a quantidade de visitantes que chegam através dos resultados da mesma busca no Google, Sapo, Yahoo ou qualquer outro motor de pesquisa: quanto melhor o posicionamento, maior o número de visitantes.
Essa relação tende a ser não linear: estudos demonstram que os primeiros resultados recebem mais de metade dos visitantes que efectuam uma dada pesquisa.

O search engine optimization leva em linha de conta o funcionamento dos algoritmos que ordenam os resultados de busca e a forma como os visitantes efectuam as suas buscas, bem como a forma como estes interagem com a página (se os visitantes clicam imediatamente no botão de “voltar” então há alguma coisa que está mal) na optimização de um site.

O Algoritmo

Os motores de busca, particularmente o Google, dedicam boa parte dos seus recursos ao desenvolvimento e aperfeiçoamento dos algoritmos que ordenam os sites por suposta ordem de relevância. Esses algoritmos são mantidos em segredo até ao limite e, embora cada possível alteração seja imediatamente inspeccionada por centenas de sites como este, o conhecimento exacto do seu funcionamento é do conhecimento de um grupo reduzido de privilegiados.
É esta constante busca da perfeição dos motores de busca que faz pulsar a indústria da optimização: o conhecimento de ontem será amanhã insuficiente para posicionar sites em ambientes competitivos.

O papel dos visitantes

De que serve colocar o site no primeiro lugar do Google para uma dada pesquisa se ninguém faz esta pesquisa? Ou se os visitantes que atrai regressam frustrados à página de resultados por não encontrar a informação que pretendem?

O estudo das keywords (palavras-chave) procura antecipar e solucionar este problemas: que termos são utilizados nos motores de busca, quais as palavras chave relevantes para o site e, importante, quais os mais efectivos. Mais do que conquistar muito tráfego, o objectivo do SEO é o tráfego de qualidade.

Como fazer Search Enigne Optimization

Um processo que me parece particularmente efectivo consiste em organizar as tarefas do seguinte forma:

É importante frisar o último ponto: search engine optimization é um processo continuo e demorado cujos benefícios resultam de um trabalho cuidadoso e diligente.

search engine optimization

Deseja optimizar o seu website? Clique aqui.

Next Page →